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Com uma taxa de desemprego de apenas 2,8%, poucos japoneses estão dispostos a trabalhar em lojas, a tempo parcial, com baixas remunerações. Declínio da população ativa vai agravar o problema.

No Japão, a escassez de mão-de-obra para trabalhos de baixa qualificação está a tornar-se um problema sério. Várias cadeias de lojas não conseguem encontrar trabalhadores, num país com uma taxa de desemprego de apenas 2,8% e no qual poucos estão dispostos a trabalhar a tempo parcial nessas lojas.

Desde logo por causa da baixa remuneração dos empregos em causa, a tempo parcial, normalmente entre 20 e 24 horas semanais. Ao contrário do que sucede nos EUA ou na UE, nota a publicação espanhola El Economista, onde os jovens utilizam esses empregos mal remunerados para entrarem no mercado de trabalho, ao mesmo tempo que estudam.

O problema do Japão agrava-se com o facto de a sua população estar a diminuir e a envelhecer. Em 1995 registavam-se 87,2 milhões de pessoas com idade para trabalhar e que procuravam emprego de forma ativa no Japão. Em 2015 esse número baixou para 77,2 milhões e estima-se que em 2065 seja de 45,2 milhões.

Fonte:O Jornal Economico

 

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